quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Pautas pendentes: rapidinhas sobre as eleições 2012 em Barreiras
"Sou uma combatente provisória de uma causa quase eterna do ser humano. Acredito ter como bandeira, se não um sonho perfeito, a melhor utopia possível"
terça-feira, 2 de outubro de 2012
BARREIRAS QUER MAIS DO MESMO
Parte 2: Poder Legislativo
A composição da Câmara não será
apenas mantida, mas vai PIORAR MUITO, trazendo de volta figuras BIZARRAS da
política local! Não é uma perspectiva pessimista, é uma análise da nossa
conjuntura que não é boa. Agora, cabe a nós, povo, fiscalizar o trabalho
daqueles e daquelas que devem representar o povo, mesmo não querendo fazê-lo!
"Sou uma combatente provisória de uma causa quase eterna do ser humano. Acredito ter como bandeira, se não um sonho perfeito, a melhor utopia possível"
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
MARCHA DAS VADIAS DE BARREIRAS: PRESENTE!
“Ensine os homens a respeitar e não as mulheres a temer”
![]() |
| Primeira reunião presencial |
Contamos com o apoio de doações
para os bazares, de ajuda nas pinturas das camisetas, de pinturas das faixas e
banners pelo grande artista local Agamenon Amorim, da confecção de adesivos
pelo jovem Vinicius, dos espaços das universidades públicas. Soubemos de
trabalhos escolares sobre a MDV, instigados pela realização da Marcha em
Barreiras.
"Sou uma combatente provisória de uma causa quase eterna do ser humano. Acredito ter como bandeira, se não um sonho perfeito, a melhor utopia possível"
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Concurso Cultural de Microcontos
"Sou uma combatente provisória de uma causa quase eterna do ser humano. Acredito ter como bandeira, se não um sonho perfeito, a melhor utopia possível"
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Saiba como são eleitos candidatos a prefeito e a vereador

No próximo dia 7, os eleitores de 5.568 cidades brasileiras escolherão os novos prefeitos e vereadores. A contabilização dos votos para eleição desses dois cargos é feita de forma diferente. Prefeitos, assim como os governadores e presidente da República são cargos majoritários. Já vereadores, deputados federais e estaduais são escolhidos pelo sistema proporcional.
Tanto para a eleição dos cargos majoritários quanto dos proporcionais somente são considerados os votos válidos. Dessa forma, não são contabilizados, para nenhum efeito, os votos brancos e nulos.
Para ser eleito, o candidato a cargo majoritário tem de conseguir a maioria dos votos válidos. Caso o município tenha mais de 200 mil eleitores, a decisão do pleito pode vir a ocorrer em dois turnos. Neste caso, para ser eleito no primeiro turno, o concorrente tem de conseguir a maioria absoluta dos votos válidos, ou seja, mais de 50% na primeira eleição. Se no primeiro turno nenhum candidato atingir esse limite mínimo de votos, é realizado o segundo turno do pleito entre os dois candidatos mais votados, quando será eleito quem tiver a maioria dos votos. Em 2012, há possibilidade de ocorrer segundo turno em 83 cidades.
"Sou uma combatente provisória de uma causa quase eterna do ser humano. Acredito ter como bandeira, se não um sonho perfeito, a melhor utopia possível"
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
BARREIRAS QUER MAIS DO MESMO
"Sou uma combatente provisória de uma causa quase eterna do ser humano. Acredito ter como bandeira, se não um sonho perfeito, a melhor utopia possível"
domingo, 2 de setembro de 2012
Quando a violência contra uma atinge a todas

"Sou uma combatente provisória de uma causa quase eterna do ser humano. Acredito ter como bandeira, se não um sonho perfeito, a melhor utopia possível"
domingo, 5 de agosto de 2012
“Ninguém nasce heterossexual, torna-se heterossexual”
Por Rose Cerqueira*
A identidade sexual é um tema que divide opiniões? Talvez.
E na esperança de suscitar ainda mais a divisão de opiniões a respeito do tema, que algumas questões precisam ser postuladas, principalmente nas rodas de conversa, nos bares da vida.
Aprendemos a ser heterossexual? Aprendemos a ser homossexual? A identidade é determinada biológica ou socialmente? Onde se manifesta a identidade?
Para responder a essas questões tem-se que levar em consideração que a sociedade não é estável, ela se movimenta. O velho Marx dizia que a realidade social é determinada pela relação diálética entre o mundo e as ideias.
Ao contrário do que teoriza os autores Iluministas, a identidade não se trata de algo estável, a identidade pode ser fragmentada ou múltipla. À medida que os sujeitos interagem dentro dos sistemas culturais, esses são modificados. Desse modo, a identidade é um processo cultural e não biológico, como por vezes nos fazem acreditar as instituições de manutenção da sociedade burguesa, naturalizando nossos comportamentos, como por exemplo, a cor rosa é de menina e a cor azul é de menino.
Quem nunca ouviu ou leu a frase: “ninguém nasce mulher, torna-se mulher”? O que Simone de Beauvoir nos diz com isso, é que o conceito de mulher está diretamente ligado as nossas funções no mundo. Tornamos-nos mulher porque ser mulher é desempenhar determinadas tarefas, se vestir de determinada maneira, enfim, ditam como os indivíduos que nascem com uma vagina devem se comportar socialmente.
A sociedade heteronormativa compulsória instituiu normas que regulamentam os corpos e definem que, enquanto algo biológico, o sexo determina o gênero e consecutivamente o direcionamento do desejo e das práticas sexuais. Essas concepções estão enraizadas em discursos da psicologia, biologia, igreja, televisão e em consequencia, da instituição família.
Judith Butler lembra que antes mesmo do individuo nascer é iniciado um processo de masculinização ou feminização do corpo, através de marcas que nomeiam o corpo como: “é uma menina” ou “é um menino”, que supõe o sexo como um dado anterior a cultura e lhe atribui um caráter imutável. A partir daí está estabelecido “defintivamente” nossos papeis sociais, homem heterossexual e mulher heterossexual, não tolerando qualquer desvio.
A ideia de heterossexualidade é instituída em cada novo indivíduo que nasce, através de um processo gradual, como um dado natural, que aponta para uma lógica de que o corpo somente pode ser identificado através de uma ideia binária de macho e fêmea que sempre aponta o desejo sexual para o sexo oposto.
Desse modo, a heterossexualidade deve ser entendida não como uma prática sexual, mas como um regime político que faz parte da administração dos corpos e da gestão calculada da vida no âmbito da biopolítica, um conceito destinado a produzir corpos. Ser heterossexual também é uma construção e a autoafirmação da heterossexualidade é um posicionamento político.
*Coordenação Regional NE1 da ENECOS - Executiva Nacional dxs Estudantes de Comunicação Social
"Sou uma combatente provisória de uma causa quase eterna do ser humano. Acredito ter como bandeira, se não um sonho perfeito, a melhor utopia possível"
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Barreiras sem água: cadê a Embasa?

O vazamento que interrompeu o fornecimento de água em Barreiras será corrigido até o final da tarde desta terça-feira, dia 17/07, quando o serviço de abastecimento iniciará sua regularização gradativamente. O rompimento aconteceu em frente à rodoviária de Barreiras, em um trecho da rede distribuidora que leva água da Estação de Tratamento para os reservatórios que abastecem todo o município.
A recomendação é que a população continue a reservar água e evitar desperdício até a retomada do fornecimento de água. Hoje, a Embasa realizou o abastecimento alternativo com carros-pipa para hospitais, escolas e creches da cidade.
"Sou uma combatente provisória de uma causa quase eterna do ser humano. Acredito ter como bandeira, se não um sonho perfeito, a melhor utopia possível"
segunda-feira, 9 de julho de 2012
NOTA DE ESCLARECIMENTO: NÃO SOU CANDIDATA EM 2012
Por Paula Vielmo
Em resposta ao grande número de pessoas que têm me abordado perguntando em relação a minha candidatura em 2012, e que se surpreendem ao saber que não sou candidata, segue o meu respeitoso esclarecimento:
Sou militante política acima de qualquer coisa. O sou desde meus 15 anos. Tenho 28.
Como militante estudantil durante muitos anos - e que considero a base da minha formação política -, tomei consciência e me engajei na luta ao tempo em que também aprendi a apoiar os movimentos sociais. Em seguida, por maturidade política e necessidade de abrigo ideológico, me filiei a um partido politico. Não qualquer partido, mas um partido que é opção e que eu considero como tal.
Em 2008, como desafio partidário de disputa para a construção local do PSOL que fora fundado em pouco mais de três meses, fui candidata a vereadora. A votação expressiva foi uma surpresa geral, inclusive para mim. Até hoje não sei onde exatamente estiveram localizados os 500 votos conscientes que tive. Agradeço e sinto-me honrada pela confiança de tantas pessoas sem qualquer troca de favores, como é tão costumeiro – infelizmente – nos processos eleitorais.
Depois da eleição, a luta continuou, e os ataques começaram. De alguma maneira, muita gente sacana tentou vestir em mim uma carapuça de oportunista que não me cabe e jamais me caberá. O tempo e, sobretudo, a minha prática militante demonstraram e demonstram isso.
Em 2012, eu seria candidata novamente ao legislativo municipal, mas não o sou. A pergunta que não quer calar é: POR QUÊ?
A resposta é simples: tenho motivos políticos suficientemente relevantes para isso. Não foi uma decisão prematura, precipitada, imatura e inconsequente. Foi uma decisão coerente, pois para mim, princípios são inegociáveis.
Tenho encontrado muitas pessoas que se surpreendem com a informação de que não sou candidata, e eu fico muito alegre com a confiança e com a expressão dessa confiança através de palavras e gestos espontâneos e sinceros. Infelizmente em 2012 não foi possível.
Todavia, temos eleições municipais a cada quatro anos e pode ser que em 2016 a conjuntura mude. Caso não mude, a minha opção pela luta política não se abaterá por um processo eleitoral, como não se limita a isso, pois essa não é a razão da luta que escolhi e que construo cotidianamente.
A todas e todos, uma única certeza: A LUTA CONTINUA!
"Sou uma combatente provisória de uma causa quase eterna do ser humano. Acredito ter como bandeira, se não um sonho perfeito, a melhor utopia possível"







