Após eleições, àqueles que se candidatam e sustentam suas candidaturas à base dos grandes empresários que exploram e assaltam o povo, precisam, submissivamente, repor aos cofres de seus patocinadores de campanha os gastos, sejam os reeleitos ou não.
Assim, o presidente da Câmara Municipal de Barreiras, Luiz Holanda - vereador por 6 mandatos e desta vez não reeleito -, mesmo tendo dito, públicamente inúmeras vezes, que o Projeto de Lei de iniciativa do poder Executivo que solicitava aumento da tarifa de ônibus não seria votado este ano, não cumpriu o dito, confirmando não ser representante confiável.
Na sessão, não estavam 2 dos 11 vereadores, e dos presentes foram favoráveis ao aumento:
- Luzia Cavalvante;
- Núbia;
- Silma;
- Beza; e
- Sobrinho
Os dois últimos foram, inacreditavelmente, reeleitos e já demonstram à quem seus mandatos representam.
O único voto contra foi da vereadora Kelly Magalhães, também reeleita e uma abstenção da vereadora Regina Figueiredo, eleita vice-prefeita.
Quanto aos dois votos distintos da maioria (contra e abstenção), a interpretação que faço é que Kelly, quase sempre esperta, sabia muito bem que seu voto não faria diferença e quis sair "bem na foto". Se ela fosse realmente contra o aumento, teria comunicado amplamente à pop
Já Regina, não espantou: continuou sem optar por um lado, preferindo ficar "em cima do muro", na errônea visão de que assim, não estaria se expondo com nenhuma das duas partes. Ela, provavelmente, deve procurar garantir no governo de vice-prefeita, as mesmas práticas como vereadora: passiva, covarde, acanhada. E contra o povo, ou melhor, olhando-nos do alto do muro.
Nessa história toda, a população de Barreiras (também passiva), é quem sofrerá com o aumento absurdo de R$1,40 para R$1,60! Aumento abusivo, imoral, uma afronta à população.
Agora, não é possivel reclamar! Quer dizer, reclamismos pelos cantos, provavelmente é o que haverá, mas não muitas ações no sentido de mudar isso.
É possível - e necesário - pressionar para retroagir ou pelo menos, buscar legalmente fazer o máximo que pudermos para que os poderes constituídos tomem providências sobre a i

É muito horrível a sensação de gritar no deserto...Mas, arregacemos as mangas e vamos à luta, pois ela continua!